Ureterolitotomia: Principais causas que levam à Ureterolitotomia
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 1 de abril de 2025
Principais causas que levam à Ureterolitotomia
A ureterolitotomia é indicada quando métodos menos invasivos, como litotripsia ou abordagem medicamentosa, não são eficazes. As causas mais frequentes incluem:
1. Cálculos ureterais de grande dimensão
Pedras maiores que 10 mm podem obstruir o ureter, causando dor intensa, infecções ou risco de dano renal permanente. A ureterolitotomia remove esses cálculos diretamente, evitando complicações.
2. Falha em tratamentos prévios
Quando a litotripsia extracorpórea (LECO) ou a ureteroscopia não fragmentam o cálculo adequadamente, a cirurgia aberta ou laparoscópica se torna necessária.
3. Obstrução ureteral prolongada
Bloqueios persistentes podem levar a hidronefrose (dilatação renal) ou perda da função do rim afetado. A intervenção cirúrgica restaura o fluxo urinário e preserva a função renal.
4. Infecções urinárias recorrentes
Cálculos associados a infecções de repetição (pielonefrite ou urosepse) exigem remoção urgente para controlar a infecção e prevenir danos sistêmicos.
5. Anomalias anatômicas
Pacientes com estenose ureteral, malformações congênitas ou tumores podem necessitar de ureterolitotomia associada à correção do defeito estrutural.
Fatores de risco associados
Além das causas diretas, condições como hipercalciúria, desidratação crônica ou doenças metabólicas (gotá, por exemplo) aumentam a probabilidade de formação de cálculos, elevando a necessidade de intervenção cirúrgica.