Tratamento para tumor de hipófise: Exames para diagnóstico e acompanhamento de tumor de hipófise
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 26 de maio de 2025
Exames para diagnóstico e acompanhamento de tumor de hipófise
O diagnóstico e o monitoramento de tumor de hipófise envolvem uma combinação de exames de imagem, avaliações hormonais e, em alguns casos, testes neurológicos. Esses exames ajudam a determinar o tamanho, a localização e o impacto do tumor na função hormonal e nas estruturas cerebrais adjacentes.
Exames de imagem
Os principais exames de imagem utilizados incluem:
Ressonância magnética (RM) da hipófise: É o padrão-ouro para visualizar tumores hipofisários, permitindo identificar seu tamanho, extensão e relação com estruturas vizinhas, como o quiasma óptico.
Tomografia computadorizada (TC): Pode ser usada quando a RM não está disponível ou em casos de suspeita de calcificações no tumor.
Avaliação hormonal
Como muitos tumores de hipófise são funcionantes (secretam hormônios), exames laboratoriais são essenciais:
Dosagens hormonais: Incluem prolactina, GH (hormônio do crescimento), IGF-1, ACTH, cortisol, TSH, T4 livre, LH, FSH e testosterona/estradiol, conforme os sintomas apresentados.
Testes dinâmicos: Como o teste de tolerância à glicose para avaliar excesso de GH ou o teste de supressão com dexametasona para investigar síndrome de Cushing.
Avaliação oftalmológica
Se houver suspeita de compressão do quiasma óptico, é indicado:
Campo visual: Para detectar alterações como hemianopsia bitemporal, comum em macroadenomas compressivos.
Fundoscopia: Avalia possíveis sinais de atrofia óptica.
Outros exames complementares
Em situações específicas, podem ser solicitados:
Punção lombar: Raramente utilizada, mas pode ser necessária em casos de suspeita de apoplexia hipofisária com meningite química.
Biópsia cirúrgica: Quando há dúvida diagnóstica, a análise histológica confirma o tipo de tumor.
O acompanhamento pós-tratamento também requer repetição periódica desses exames, especialmente a ressonância magnética e as dosagens hormonais, para monitorar recidivas ou efeitos residuais.