Tratamento para polimialgia reumática: Exames para diagnóstico e acompanhamento da polimialgia reumática
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 19 de agosto de 2025
Exames para diagnóstico e acompanhamento da polimialgia reumática
O diagnóstico da polimialgia reumática é baseado em critérios clínicos, mas exames complementares são essenciais para excluir outras condições e avaliar a atividade inflamatória. A abordagem laboratorial e de imagem segue diretrizes consolidadas.
Exames laboratoriais iniciais
Velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR) são os marcadores inflamatórios mais solicitados. Valores elevados apoiam o diagnóstico, embora aproximadamente 20% dos casos possam apresentar níveis normais. Hemograma completo pode revelar anemia normocrômica normocítica, comum em processos inflamatórios crônicos.
Avaliação complementar e diferenciais
Testes de função hepática são indicados, pois enzimas como fosfatase alcalina podem estar alteradas. Fator reumatoide e anticorpo antipeptídeo citrulinado (anti-CCP) ajudam a diferenciar de artrite reumatoide. Creatinina e análise urinária avaliam envolvimento renal em casos atípicos.
Exames de imagem
Ultrassonografia com Doppler das articulações shoulders e quadris detecta sinovite e bursite subacromial/subdeltóidea, aumentando a especificidade diagnóstica. Ressonância magnética é reservada para casos com suspeita de arterite de células gigantes ou sobreposição patológica.
Monitoramento terapêutico
Durante o tratamento com corticoides, glicemia em jejum, densitometria óssea e perfil lipídico são monitorados regularmente para rastrear efeitos adversos metabólicos e osteoporose induzida por glucocorticoides.