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Tratamento para Instabilidade no/do ombro: Exames para Diagnóstico de Instabilidade no Ombro

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 14 de maio de 2025

Exames para Diagnóstico de Instabilidade no Ombro

Para identificar a instabilidade no ombro e determinar sua causa, os profissionais de saúde costumam solicitar uma combinação de exames de imagem e testes clínicos. Esses procedimentos ajudam a avaliar a integridade das estruturas articulares, como ligamentos, cápsula articular e labrum.

1. Radiografia (Raio-X)

A radiografia é frequentemente o primeiro exame solicitado para descartar fraturas ou alterações ósseas, como lesões de Bankart ou Hill-Sachs. Ela também pode revelar luxações recorrentes ou anomalias na posição da cabeça do úmero.

2. Ressonância Magnética (RM)

A ressonância magnética é essencial para avaliar tecidos moles, como tendões, ligamentos e o labrum glenoidal. Em casos de suspeita de lesão SLAP ou Bankart, a RM pode ser realizada com contraste (artro-RM) para maior precisão.

3. Ultrassonografia

O ultrassom é útil para analisar tendões e músculos do manguito rotador, além de detectar derrames articulares. Embora menos detalhado que a RM, é uma opção rápida e acessível para avaliação inicial.

4. Tomografia Computadorizada (TC)

A tomografia é indicada quando há necessidade de avaliar defeitos ósseos na glenóide ou na cabeça do úmero. Em alguns casos, a TC pode ser combinada com artrografia para melhor visualização das estruturas articulares.

5. Exames de Mobilidade e Testes Clínicos

Além dos exames de imagem, testes como o Apprehension Test, Relocation Test e Sulcus Sign são fundamentais para confirmar a instabilidade e determinar sua direção (anterior, posterior ou multidirecional).

O diagnóstico preciso da instabilidade do ombro depende da correlação entre os achados clínicos e os resultados dos exames, garantindo um tratamento adequado e personalizado para cada paciente.