Tratamento para hiperpigmentações pós inflamatórias: Principais causas da hiperpigmentação pós-inflamatória
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 4 de abril de 2025
Principais causas da hiperpigmentação pós-inflamatória
A hiperpigmentação pós-inflamatória (HPI) surge como resposta a processos inflamatórios ou traumas na pele, levando ao aumento da produção de melanina. Conhecer as causas mais comuns é essencial para direcionar o tratamento de forma eficaz.
1. Acne e dermatites
Lesões de acne, especialmente as inflamatórias (pápulas, pústulas e cistos), são uma das principais causas de HPI. Dermatites, como a dermatite atópica ou de contato, também podem desencadear manchas residuais após a cicatrização.
2. Procedimentos dermatológicos agressivos
Peelings químicos profundos, laserterapia mal ajustada ou microagulhamento sem os cuidados adequados podem causar inflamação excessiva, levando à hiperpigmentação reativa, principalmente em peles mais escuras (Fototipos III a VI).
3. Queimaduras e feridas
Queimaduras solares, químicas ou térmicas, assim como cortes e feridas cirúrgicas, podem estimular a melanogênese, resultando em manchas persistentes após a cicatrização.
4. Infecções cutâneas
Condições como foliculite, impetigo ou herpes podem deixar áreas hiperpigmentadas após a resolução do quadro infeccioso, especialmente se houver manipulação inadequada das lesões.
5. Alergias e irritações
Reações alérgicas a cosméticos, medicamentos tópicos ou picadas de insetos podem gerar inflamação local, seguida por escurecimento da pele em indivíduos predispostos.
6. Doenças autoimunes e crônicas
Patologias como lúpus ou psoríase podem causar HPI devido à inflamação prolongada e dano tecidual recorrente.
Identificar a causa subjacente é crucial para escolher o tratamento para hiperpigmentação pós-inflamatória mais adequado, combinando terapias clínicas e medidas preventivas para evitar recorrências.