Tratamento para dor de garganta: Exames mais comuns para diagnóstico de dor de garganta
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 26 de março de 2025
Exames mais comuns para diagnóstico de dor de garganta
Quando um paciente apresenta dor de garganta persistente, os profissionais de saúde podem solicitar exames específicos para identificar a causa subjacente. O objetivo é diferenciar entre infecções virais, bacterianas ou outras condições que exigem abordagens terapêuticas distintas.
1. Teste Rápido para Streptococos (Faringoamigdalite Estreptocócica)
O teste rápido para streptococos é um dos mais solicitados, especialmente em casos suspeitos de infecção por Streptococcus pyogenes. Realizado com uma amostra de secreção da garganta, oferece resultados em minutos. Se positivo, indica a necessidade de antibioticoterapia.
2. Cultura de Secreção de Garganta
Quando o teste rápido é negativo, mas há forte suspeita clínica de infecção bacteriana, a cultura de secreção pode ser indicada. Esse exame identifica o crescimento bacteriano em 24 a 48 horas, sendo mais sensível para detectar estreptococos e outros patógenos.
3. Hemograma Completo
Em casos de sintomas prolongados ou sinais sistêmicos (como febre alta), um hemograma ajuda a avaliar a presença de infecção. Leucocitose com neutrofilia, por exemplo, sugere infecção bacteriana, enquanto linfocitose pode indicar origem viral.
4. Teste para Mononucleose (VEB)
Pacientes jovens com fadiga intensa, adenomegalias e amigdalite exsudativa podem ser testados para o vírus Epstein-Barr (VEB) através de sorologia (anticorpos IgM/IgG) ou teste de monospot.
5. Exames de Imagem (em Casos Específicos)
Em situações atípicas, como suspeita de abscesso periamigdaliano ou epiglotite, uma tomografia computadorizada ou radiografia de pescoço pode ser necessária para avaliar complicações.
6. Teste para COVID-19 ou Outros Vírus Respiratórios
Com a coexistência de doenças virais, como COVID-19 ou influenza, testes PCR ou antigênicos podem ser úteis para descartar essas infecções, especialmente em surtos sazonais.
Lembre-se: a escolha dos exames deve considerar o quadro clínico, fatores de risco e história epidemiológica do paciente, evitando solicitações desnecessárias.