Tratamento para catarata congenita: Principais dúvidas sobre o tratamento para catarata congênita
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 9 de maio de 2025
Principais dúvidas sobre o tratamento para catarata congênita
Quando a cirurgia deve ser realizada?
O tratamento cirúrgico para catarata congênita deve ser feito o mais precocemente possível, geralmente nas primeiras semanas de vida, para evitar o desenvolvimento de ambliopia e garantir o correto desenvolvimento visual.
Quais são os riscos da cirurgia?
Apesar de ser um procedimento seguro, a cirurgia de catarata congênita pode apresentar complicações como inflamação, glaucoma secundário e descolamento de retina. O acompanhamento pós-operatório é essencial para minimizar esses riscos.
Como é o pós-operatório?
O pós-operatório exige cuidados específicos, como o uso de colírios anti-inflamatórios e antibióticos, além de monitoramento frequente para ajuste da correção óptica (lentes de contato ou óculos) e prevenção de complicações.
Qual é a importância da reabilitação visual?
A reabilitação visual é fundamental após a cirurgia, incluindo o uso de correção óptica adequada e terapia de oclusão, se necessário, para estimular o desenvolvimento da visão no olho afetado.
Quais são as opções de correção visual após a cirurgia?
As principais opções incluem lentes intraoculares (LIOs), lentes de contato ou óculos. A escolha depende da idade do paciente, grau de catarata e avaliação do oftalmologista.
É possível prevenir a catarata congênita?
Em muitos casos, não há prevenção, mas o diagnóstico precoce por meio de exames de triagem neonatal pode permitir um tratamento mais eficaz e melhor prognóstico visual.
Quais são os sinais de alerta em recém-nascidos?
Mancha branca na pupila (leucocoria), estrabismo ou falta de resposta a estímulos visuais podem indicar a presença de catarata congênita e exigem avaliação imediata.
Como é feito o acompanhamento a longo prazo?
O acompanhamento inclui consultas regulares com oftalmopediatra, avaliação da acuidade visual e monitoramento de possíveis complicações, como glaucoma ou opacificação da cápsula posterior.