Tratamento glioma: Exames para Diagnóstico e Monitoramento de Glioma
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 19 de agosto de 2025
Exames para Diagnóstico e Monitoramento de Glioma
O diagnóstico e acompanhamento de glioma envolvem uma combinação de exames de imagem, histopatológicos e moleculares. Esses recursos permitem identificar características tumorais, orientar a estratégia terapêutica e monitorar a resposta ao tratamento.
Exames de Imagem
Ressonância Magnética (RM) é o padrão-ouro para avaliação inicial e acompanhamento. A sequência de difusão, perfusão e espectroscopia por RM fornece dados sobre cellularidade, vascularização e metabolismo tumoral.
Tomografia Computadorizada (TC) pode ser utilizada em situações emergenciais para detectar hemorragias ou efeito de massa, embora apresente menor resolução para tecidos moles em comparação à RM.
PET-CT com aminoácidos marcados, como MET-PET ou FET-PET, auxilia na diferenciação entre recidiva tumoral e radionecrose, além de delimitar áreas de maior atividade proliferativa.
Exames Histopatológicos e Moleculares
Biópsia estereotáxica ou cirúrgica é fundamental para confirmação diagnóstica e classificação according to a Organização Mundial da Saúde (OMS). A amostra permite análise imuno-histoquímica e molecular.
Sequenciamento genético identifica mutações como IDH1/IDH2, codeleção 1p/19q e metilação da MGMT, critérios essenciais para estratificação prognóstica e seleção de terapias-alvo.
Exames Complementares
Eletroencefalograma (EEG) pode ser indicado em pacientes com crises epilépticas para avaliar atividade elétrica cerebral.
Punção lombar é reservada para suspeita de envolvimento leptomeníngeo, com análise do líquido cefalorraquidiano para detecção de células neoplásicas ou biomarcadores.