Tratamento glioblastoma: Casos comuns de encaminhamento para especialistas em tratamento de glioblastoma
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 19 de agosto de 2025
Casos comuns de encaminhamento para especialistas em tratamento de glioblastoma
O tratamento do glioblastoma exige uma abordagem multidisciplinar, envolvendo diversos profissionais de saúde especializados. O encaminhamento a esses especialistas ocorre em situações específicas, geralmente após o diagnóstico inicial ou durante o acompanhamento da doença.
Neurocirurgiões
Os neurocirurgiões são frequentemente envolvidos quando há indicação de ressecção cirúrgica. A cirurgia é uma etapa crucial para reduzir a massa tumoral e obter material para análise histopatológica. Casos comuns incluem pacientes com tumores acessíveis e em condições clínicas adequadas para o procedimento.
Oncologistas clínicos
Oncologistas clínicos atuam principalmente na definição e administração de quimioterapia, como a temozolomida, e no manejo de terapias adjuvantes. Eles são essenciais para pacientes que necessitam de tratamento sistêmico, especialmente após a cirurgia ou em casos de recidiva.
Radio-oncologistas
Radio-oncologistas são responsáveis pela radioterapia, um pilar do tratamento padrão para glioblastoma. Eles são envolvidos em casos onde há necessidade de irradiação localizada para controlar o crescimento tumoral e melhorar os desfechos neurológicos.
Neurologistas e neuro-oncologistas
Esses especialistas focam no manejo de sintomas neurológicos, como convulsões, déficits motores ou cognitivos. Eles também acompanham a progressão da doença e ajustam terapias sintomáticas, sendo fundamentais para a qualidade de vida do paciente.
Equipe de cuidados paliativos
Profissionais de cuidados paliativos são acionados em fases avançadas da doença para alívio de sintomas, suporte emocional e orientação sobre decisões de fim de vida. Seu papel é vital para pacientes com progressão tumoral irreversível.
Geneticistas e patologistas
Em casos selecionados, geneticistas e patologistas contribuem para a análise molecular do tumor, identificando mutações como a MGMT metilada, que pode influenciar na escolha terapêutica e no prognóstico.