Tratamento do melanoma: Exames para diagnóstico e acompanhamento do melanoma
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 22 de abril de 2025
Exames para diagnóstico e acompanhamento do melanoma
O diagnóstico precoce do melanoma é essencial para um tratamento eficaz. Os médicos costumam solicitar uma combinação de exames para confirmar a presença da doença, avaliar sua extensão e monitorar a resposta terapêutica.
1. Dermatoscopia
A dermatoscopia é um exame não invasivo que utiliza um aparelho com lente de aumento e luz polarizada para analisar lesões de pele com maior precisão. Ele ajuda a diferenciar pintas benignas de melanomas suspeitos.
2. Biópsia
A biópsia é o principal exame para confirmar o diagnóstico. O médico remove parte ou toda a lesão suspeita para análise em laboratório. Os tipos mais comuns incluem:
- Bópsia excisional – remove toda a lesão.
- Biópsia incisional – retira apenas uma amostra.
- Biópsia de linfonodo sentinela – identifica se o câncer se espalhou para os gânglios linfáticos.
3. Exames de imagem
Se houver suspeita de metástase, o médico pode solicitar:
- Ultrassom – avalia linfonodos próximos ao tumor.
- Tomografia computadorizada (TC) – verifica a disseminação para órgãos como pulmões e fígado.
- Ressonância magnética (RM) – útil para analisar metástases cerebrais.
- PET-CT – detecta áreas com alta atividade metabólica, indicando possível câncer.
4. Exames de sangue
Embora não sejam específicos para melanoma, exames como LDH (lactato desidrogenase) podem auxiliar no estadiamento e prognóstico, principalmente em casos avançados.
5. Testes genéticos
Em alguns casos, especialmente em pacientes com histórico familiar ou melanomas agressivos, testes como BRAF, NRAS ou KIT são realizados para identificar mutações e direcionar terapias-alvo.
O acompanhamento regular com dermatologistas e oncologistas é crucial para ajustar o tratamento conforme a evolução da doença.