Tratamento do deslocamento gengival: Exames para diagnosticar o deslocamento gengival
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 9 de setembro de 2025
Exames para diagnosticar o deslocamento gengival
Para avaliar adequadamente o deslocamento gengival, os profissionais de saúde geralmente prescrevem uma combinação de exames clínicos e complementares. Esses procedimentos permitem identificar a causa subjacente, a extensão do problema e orientar o tratamento mais eficaz.
Exame clínico detalhado
O primeiro passo envolve uma avaliação visual e tátil da gengiva, dentes e estruturas de suporte. O profissional mede a profundidade de sondagem periodontal, verifica a presença de sangramento, mobilidade dentária e avalia a recessão gengival.
Radiografias periapicais e interproximais
As radiografias são essenciais para visualizar a perda óssea ao redor dos dentes, detectar abscessos ou alterações na estrutura radicular. Elas ajudam a diferenciar entre causas relacionadas a trauma, doença periodontal ou fatores anatômicos.
Teste de vitalidade pulpar
Em casos de trauma ou recessão avançada, pode ser necessário realizar testes para avaliar a saúde da polpa dental, assegurando que não haja comprometimento nervoso ou necrose.
Documentação fotográfica
Fotografias intraorais são úteis para monitorar a evolução do deslocamento gengival ao longo do tempo, especialmente em tratamentos que envolvem procedimentos cirúrgicos ou restauradores.
Análise de oclusão e hábitos
Um estudo oclusal pode identificar interferências ou sobrecargas mastigatórias que contribuem para o deslocamento. A avaliação de hábitos parafuncionais, como bruxismo, também é relevante.
Biópsia em casos específicos
Se houver suspeita de condições mais complexas, como lesões ou doenças sistêmicas, uma biópsia tecidual pode ser indicada para confirmar o diagnóstico e excluir patologias graves.