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Tratamento de proteinúria: Exames para diagnóstico e monitoramento da proteinúria

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 14 de agosto de 2025

Exames para diagnóstico e monitoramento da proteinúria

O diagnóstico preciso da proteinúria é essencial para determinar a causa e o tratamento adequado. Os profissionais de saúde costumam solicitar uma combinação de exames laboratoriais e de imagem para avaliar a função renal e identificar possíveis complicações.

1. Exame de urina tipo 1 (EAS)

O exame de urina simples é o primeiro passo para detectar a presença de proteínas na urina. Ele pode indicar a necessidade de investigação mais aprofundada, especialmente se houver outros achados, como hematúria ou cilindros.

2. Relação proteína/creatinina urinária (UPC)

Esse exame é mais preciso que o EAS, pois quantifica a excreção de proteínas em relação à creatinina. Valores acima de 0,2 g/g em adultos ou 0,5 g/g em crianças sugerem proteinúria patológica.

3. Coleta de urina de 24 horas

Considerado o padrão-ouro para quantificar a perda proteica, esse exame mede a quantidade total de proteínas eliminadas em um dia. Resultados acima de 150 mg/24h indicam proteinúria.

4. Dosagem de albumina urinária

Útil para detectar microalbuminúria em pacientes com diabetes ou hipertensão, ajudando a identificar dano renal precoce.

5. Exames de sangue

Incluem creatinina sérica, ureia e taxa de filtração glomerular (TFG) para avaliar a função renal. Também podem ser solicitados eletrólitos, albumina sérica e perfil lipídico.

6. Ultrassonografia renal

Exame de imagem que ajuda a identificar anormalidades estruturais, como rins policísticos, obstruções ou tumores.

7. Biópsia renal (em casos específicos)

Indicada quando há suspeita de doença glomerular ou quando a causa da proteinúria permanece indeterminada após os exames iniciais.

O acompanhamento periódico com esses exames é fundamental para monitorar a progressão da doença e a resposta ao tratamento.