Tratamento de osteoporose: Exames para diagnóstico e monitoramento da osteoporose
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 2 de maio de 2025
Exames para diagnóstico e monitoramento da osteoporose
O diagnóstico e acompanhamento da osteoporose exigem exames específicos para avaliar a densidade mineral óssea, identificar riscos de fraturas e monitorar a resposta ao tratamento de osteoporose. Confira os principais métodos utilizados por profissionais de saúde.
Densitometria óssea (DEXA)
Considerado o padrão-ouro para diagnóstico, a densitometria óssea mede a densidade mineral nos ossos da coluna lombar, fêmur e antebraço. O exame é rápido, indolor e utiliza baixa radiação. Resultados são expressos em escores T e Z, fundamentais para classificar a perda óssea.
Exames laboratoriais
Complementam a avaliação e ajudam a identificar causas secundárias da osteoporose. Os mais solicitados incluem:
- Cálcio sérico e urinário: Avalia metabolismo do cálcio.
- Vitamina D (25-hidroxivitamina D): Níveis baixos prejudicam absorção de cálcio.
- Fosfatase alcalina óssea e P1NP: Marcadores de formação óssea.
- CTX e NTX: Indicam taxa de reabsorção óssea.
Radiografias simples
Embora menos sensíveis que a DEXA, podem detectar fraturas vertebrais assintomáticas ou alterações sugestivas de osteoporose avançada. Frequentemente usadas em casos de suspeita clínica.
Tomografia computadorizada quantitativa (QCT)
Alternativa à DEXA, fornece imagens tridimensionais e avalia a densidade óssea trabecular. Indicada quando há limitações técnicas na densitometria tradicional.
Ressonância magnética
Não mede densidade óssea, mas é útil para investigar fraturas atípicas ou diferenciar causas de dor vertebral em pacientes com osteoporose estabelecida.
Monitoramento durante o tratamento
Repetição da densitometria a cada 1-2 anos é recomendada para avaliar eficácia terapêutica. Exames laboratoriais como CTX podem ser usados para verificar redução da reabsorção óssea com medicamentos antirreabsortivos.