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Tratamento de onicomicose: Quais são as causas mais comuns para o tratamento de onicomicose?

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 7 de março de 2025

Quais são as causas mais comuns para o tratamento de onicomicose?

O tratamento de onicomicose é necessário quando há uma infecção fúngica nas unhas, causada principalmente por fungos dermatófitos, leveduras ou bolores. Esses microrganismos se proliferam em ambientes úmidos e quentes, tornando as unhas dos pés mais suscetíveis do que as das mãos. Entre as causas mais comuns que levam à necessidade de tratamento estão:

Exposição a ambientes úmidos

Frequentar locais como piscinas, vestiários e saunas aumenta o risco de contato com fungos. Esses ambientes são propícios para a proliferação de microrganismos, especialmente quando o indivíduo anda descalço.

Uso prolongado de calçados fechados

Calçados apertados e pouco ventilados criam um ambiente ideal para o crescimento de fungos. A umidade e o calor retidos dentro do sapato favorecem a infecção das unhas.

Lesões nas unhas

Traumas ou pequenos ferimentos nas unhas podem facilitar a entrada de fungos. Isso ocorre porque a barreira natural da unha fica comprometida, permitindo a infecção.

Sistema imunológico enfraquecido

Pacientes com condições como diabetes, HIV ou aqueles em uso de medicamentos imunossupressores têm maior risco de desenvolver onicomicose. O sistema imunológico debilitado dificulta a defesa contra infecções fúngicas.

Idade avançada

Com o envelhecimento, a circulação sanguínea nas extremidades diminui, e as unhas crescem mais lentamente. Esses fatores aumentam a probabilidade de infecções fúngicas nas unhas.

Histórico de micoses na pele

Pessoas que já tiveram infecções fúngicas na pele, como pé de atleta, têm maior propensão a desenvolver onicomicose. Os fungos podem se espalhar para as unhas se não forem tratados adequadamente.

Identificar as causas é fundamental para prevenir recorrências e garantir o sucesso do tratamento. Profissionais de saúde devem orientar os pacientes sobre medidas preventivas, como manter os pés secos, evitar compartilhar objetos de higiene pessoal e escolher calçados adequados.