Tratamento de lombalgia: Exames para Diagnóstico de Lombalgia
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 4 de abril de 2025
Exames para Diagnóstico de Lombalgia
O tratamento de lombalgia começa com uma avaliação clínica detalhada, mas em alguns casos, exames complementares são necessários para identificar a causa exata da dor. Esses exames ajudam a descartar condições graves e orientar a abordagem terapêutica.
1. Exames de Imagem
Os métodos de imagem são essenciais para visualizar estruturas da coluna vertebral e identificar alterações. Os mais comuns incluem:
- Radiografia (Raio-X) – Avalia fraturas, desalinhamentos e degeneração óssea.
- Ressonância Magnética (RM) – Detalha discos intervertebrais, nervos e tecidos moles, sendo útil para hérnias de disco e compressões nervosas.
- Tomografia Computadorizada (TC) – Oferece imagens detalhadas de ossos e estruturas adjacentes, indicada quando a RM não está disponível.
2. Exames Laboratoriais
Em casos suspeitos de infecções, doenças inflamatórias ou reumatológicas, podem ser solicitados:
- Hemograma completo – Identifica infecções ou processos inflamatórios.
- Proteína C-reativa (PCR) e VHS – Marcadores de inflamação.
- Exames reumatológicos – Como fator reumatoide e HLA-B27, para investigar espondilite anquilosante.
3. Eletroneuromiografia (ENMG)
Indicada quando há suspeita de compressão nervosa ou radiculopatia, este exame avalia a condução nervosa e a função muscular.
4. Cintilografia Óssea
Utilizada em casos de suspeita de tumores, infecções ou fraturas ocultas, especialmente quando outros exames não fornecem respostas claras.
Quando os Exames São Necessários?
O tratamento de lombalgia nem sempre exige exames complementares. Eles são recomendados principalmente em situações como:
- Dor persistente por mais de 4 a 6 semanas.
- Sinais de alerta (febre, perda de peso inexplicada, déficit neurológico).
- Histórico de trauma ou suspeita de patologias graves.
O médico deve individualizar a solicitação de exames, evitando prescrições desnecessárias que podem aumentar custos e ansiedade do paciente.