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Tratamento de insuficiência renal aguda: Exames para diagnóstico e monitoramento da insuficiência renal aguda

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 13 de maio de 2025

Exames para diagnóstico e monitoramento da insuficiência renal aguda

O tratamento da insuficiência renal aguda exige uma avaliação precisa e contínua da função renal. Para isso, diversos exames laboratoriais e de imagem são essenciais.

Exames laboratoriais

Creatinina sérica e ureia: São os principais marcadores da função renal. O aumento desses valores indica redução na taxa de filtração glomerular (TFG).

Eletrólitos: Dosagens de sódio, potássio, cálcio e fósforo são cruciais, pois a insuficiência renal aguda pode causar desequilíbrios eletrolíticos graves.

Gasometria arterial: Avalia o pH sanguíneo e a presença de acidose metabólica, comum em casos avançados.

Hemograma completo: Identifica anemia, infecções ou sinais de hemólise, que podem estar associados à lesão renal.

Exames de imagem

Ultrassonografia renal: Verifica o tamanho dos rins, obstruções urinárias ou alterações estruturais.

Tomografia computadorizada ou ressonância magnética: Auxiliam na detecção de causas obstrutivas ou lesões vasculares.

Análise urinária

Urina tipo 1 (EAS): Avalia a presença de proteínas, hemácias, leucócitos e cilindros, indicativos de lesão glomerular ou tubular.

Proteinúria de 24 horas: Quantifica a perda de proteínas, útil para diferenciar causas nefróticas e nefríticas.

Biópsia renal: Em casos complexos, pode ser necessária para definir a causa específica da insuficiência renal aguda.

Esses exames permitem um diagnóstico preciso e um tratamento personalizado, melhorando os resultados clínicos do paciente.