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Tratamento de infecção de sítio cirúrgico: Exames para diagnóstico de infecção de sítio cirúrgico

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 7 de maio de 2025

Exames para diagnóstico de infecção de sítio cirúrgico

O diagnóstico preciso de uma infecção de sítio cirúrgico (ISC) é essencial para definir o tratamento adequado. Profissionais de saúde costumam solicitar uma combinação de exames laboratoriais e de imagem para confirmar a infecção e identificar o agente causador.

1. Exames laboratoriais

Hemograma completo: Avalia a contagem de leucócitos (glóbulos brancos), que pode estar elevada em casos de infecção. A proteína C-reativa (PCR) e a velocidade de hemossedimentação (VHS) também são marcadores inflamatórios importantes.

Cultura microbiana: Coleta de secreção ou tecido da ferida cirúrgica para identificar o microrganismo responsável pela infecção, como Staphylococcus aureus, Escherichia coli ou Pseudomonas aeruginosa. A cultura também auxilia no teste de sensibilidade aos antibióticos.

2. Exames de imagem

Ultrassonografia: Pode detectar abscessos ou coleções líquidas próximas ao local da cirurgia, especialmente em infecções superficiais.

Tomografia computadorizada (TC) ou Ressonância magnética (RM): Indicados para avaliar infecções profundas ou em órgãos internos, identificando abscessos, necrose ou inflamação em tecidos adjacentes.

3. Exames adicionais

Biópsia tecidual: Em casos mais complexos, uma amostra de tecido pode ser analisada para confirmar a presença de infecção ou descartar outras complicações.

Gasometria e marcadores de sepse: Se houver suspeita de infecção sistêmica, exames como lactato e hemoculturas podem ser necessários para avaliar a gravidade do quadro.

O uso combinado desses exames permite um diagnóstico preciso e direciona o tratamento da infecção de sítio cirúrgico de forma eficiente, reduzindo riscos de complicações e melhorando a recuperação do paciente.