Tratamento de hipertensão secundária: Exames para diagnóstico de hipertensão secundária
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 13 de maio de 2025
Exames para diagnóstico de hipertensão secundária
O tratamento de hipertensão secundária começa com uma investigação detalhada para identificar a causa subjacente. Diferentemente da hipertensão primária, a secundária exige exames específicos para direcionar a terapia corretamente.
Exames laboratoriais iniciais
Os exames de sangue são essenciais para avaliar possíveis distúrbios hormonais ou renais. Geralmente incluem:
- Dosagem de creatinina e ureia – Avaliam a função renal.
- Eletrólitos (sódio, potássio, cálcio) – Alterações podem indicar hiperaldosteronismo ou doença renal.
- TSH e T4 livre – Descartam hipo ou hipertireoidismo.
- Cortisol urinário ou salivar – Investigam síndrome de Cushing.
Exames de imagem
Para identificar causas estruturais, os exames de imagem são fundamentais:
- Ultrassonografia renal e doppler de artérias renais – Detectam estenose da artéria renal.
- Tomografia ou ressonância magnética de adrenais – Avaliam tumores produtores de hormônios.
- Angiotomografia ou angiorressonância – Confirmam obstruções vasculares.
Testes hormonais específicos
Se houver suspeita de distúrbios endócrinos, podem ser solicitados:
- Dosagem de aldosterona e renina – Diagnosticam hiperaldosteronismo primário.
- Metanefrinas plasmáticas ou urinárias – Identificam feocromocitoma.
Monitoramento ambulatorial da pressão arterial (MAPA)
O MAPA ou monitoramento residencial ajuda a confirmar a elevação persistente da pressão e descartar efeito do avental branco.
O tratamento de hipertensão secundária só será eficaz se a causa raiz for identificada, por isso esses exames são cruciais para um manejo personalizado.