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Tratamento de herpes de repetição: Exames para diagnóstico e acompanhamento do herpes de repetição

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 13 de maio de 2025

Exames para diagnóstico e acompanhamento do herpes de repetição

O tratamento de herpes de repetição exige uma abordagem clínica precisa, e os exames laboratoriais são essenciais para confirmar o diagnóstico, identificar o tipo de vírus e monitorar a resposta terapêutica.

1. Exames sorológicos

A sorologia é um dos métodos mais utilizados para detectar a presença de anticorpos contra o vírus herpes simplex (HSV). Os testes mais comuns incluem:

  • ELISA (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) – Identifica anticorpos IgG e IgM, ajudando a diferenciar infecções recentes de anteriores.
  • Western Blot – Considerado padrão-ouro para confirmação, especialmente em casos de resultados inconclusivos.

2. PCR (Reação em Cadeia da Polimerase)

O PCR para HSV é altamente sensível e específico, permitindo a detecção do material genético do vírus em amostras de lesões, sangue ou líquor. É especialmente útil em:

  • Casos de herpes neonatal ou encefalite herpética.
  • Pacientes imunossuprimidos com suspeita de infecção disseminada.

3. Cultura viral

Embora menos utilizada atualmente devido ao tempo de processamento, a cultura viral ainda pode ser indicada em situações específicas, como:

  • Identificação de cepas resistentes a antivirais.
  • Casos em que o PCR não está disponível.

4. Teste de Tzanck

Um exame citológico rápido, realizado a partir de raspagem das lesões, que pode sugerir infecção por HSV, mas não diferencia entre HSV-1 e HSV-2. Tem utilidade limitada em comparação com métodos moleculares.

5. Exames complementares

Em situações específicas, outros exames podem ser solicitados, como:

  • Testes de resistência viral – Para pacientes com falha terapêutica ao tratamento convencional.
  • Painéis multiplex – Em casos de dúvida diagnóstica, especialmente em lesões genitais.

A escolha dos exames deve ser individualizada, considerando fatores como frequência das recidivas, estado imunológico do paciente e resposta ao tratamento.