Tratamento de GIST: Exames para diagnóstico e acompanhamento do GIST
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 21 de agosto de 2025
Exames para diagnóstico e acompanhamento do GIST
O diagnóstico e o monitoramento do GIST envolvem uma combinação de exames de imagem, procedimentos endoscópicos e análises histopatológicas. A escolha dos exames depende do estágio da doença, da localização do tumor e das características clínicas do paciente.
Exames de imagem
A tomografia computadorizada com contraste é o exame de imagem mais utilizado para avaliar a extensão do tumor, identificar metástases e monitorar a resposta ao tratamento. A ressonância magnética é particularmente útil para tumores localizados no fígado ou na pelve, enquanto a tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT) pode detectar lesões metabolicamente ativas, auxiliando no estadiamento e na avaliação da resposta terapêutica.
Endoscopia e biópsia
A endoscopia digestiva alta ou baixa é frequentemente realizada para visualizar tumores no trato gastrointestinal e obter amostras de tecido para biópsia. A ecoendoscopia combina endoscopia com ultrassom, permitindo uma avaliação mais precisa da profundidade e do tamanho do tumor, além de guiar biópsias por agulha fina.
Análise histopatológica e molecular
A biópsia é essencial para confirmar o diagnóstico de GIST, com análise imuno-histoquímica para detectar a expressão de CD117 (KIT) e DOG1, marcadores característicos desses tumores. Em casos selecionados, o sequenciamento genético é realizado para identificar mutações em genes como KIT ou PDGFRA, o que pode orientar a escolha de terapias-alvo.
Exames laboratoriais
Exames de sangue, como hemograma completo e dosagem de enzimas hepáticas, são utilizados para avaliar a função orgânica e monitorar possíveis efeitos colaterais do tratamento. Em alguns casos, a dosagem de lactato desidrogenase (LDH) pode ser solicitada como marcador indireto de atividade tumoral.