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Tratamento de fraturas da coluna: Exames para Avaliação de Fraturas da Coluna

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 31 de outubro de 2025

Exames para Avaliação de Fraturas da Coluna

O diagnóstico preciso de uma fratura na coluna é fundamental para definir o tratamento adequado e evitar complicações neurológicas. Para isso, os profissionais de saúde contam com uma série de exames de imagem e complementares, que permitem visualizar a extensão da lesão, identificar o tipo de fratura e avaliar possíveis comprometimentos da medula espinhal ou raízes nervosas.

Radiografia Simples da Coluna

A radiografia é frequentemente o primeiro exame solicitado em casos de suspeita de fratura vertebral. Ela oferece uma visão geral da estrutura óssea, permitindo identificar fraturas por compressão, luxações ou alterações no alinhamento da coluna. É um exame rápido, acessível e de grande utilidade para uma avaliação inicial.

Tomografia Computadorizada (TC)

A tomografia computadorizada da coluna fornece imagens detalhadas em cortes transversais, essenciais para analisar a arquitetura óssea com precisão. Este exame é particularmente valioso para avaliar fraturas complexas, instáveis ou com envolvimento do canal vertebral, auxiliando no planejamento cirúrgico quando necessário.

Ressonância Magnética (RM)

A ressonância magnética é o método de escolha para investigar lesões nos tecidos moles, como a medula espinhal, discos intervertebrais e ligamentos. Em casos de trauma na coluna, a RM é crucial para detectar contusões medulares, hematomas ou compressões nervosas que podem não ser visíveis em outros exames de imagem.

Densitometria Óssea

Em pacientes com suspeita de fraturas por fragilidade, como aqueles com osteoporose, a densitometria óssea pode ser indicada para avaliar a densidade mineral óssea. Este exame ajuda a identificar o risco de novas fraturas e orienta medidas preventivas no manejo do paciente.

Exames Complementares

Além dos exames de imagem, podem ser solicitados estudos eletrofisiológicos, como eletromiografia e potenciais evocados, para avaliar a função nervosa em casos de déficit neurológico. Exames laboratoriais também são úteis para investigar causas subjacentes, como distúrbios metabólicos ou doenças sistêmicas que possam influenciar na recuperação.