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Tratamento de esclerose sistêmica: Exames para diagnóstico e monitoramento da esclerose sistêmica

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 24 de junho de 2025

Exames para diagnóstico e monitoramento da esclerose sistêmica

O tratamento da esclerose sistêmica exige uma abordagem multidisciplinar, e os exames laboratoriais e de imagem são essenciais para confirmar o diagnóstico, avaliar a progressão da doença e monitorar possíveis complicações.

Exames laboratoriais

Autoanticorpos são fundamentais para identificar subtipos da doença e prever complicações. Os mais solicitados incluem:

  • Anticorpo anticentrômero (ACA) – Associado à forma limitada da doença.
  • Anticorpo anti-Scl-70 (anti-topoisomerase I) – Relacionado à forma difusa e maior risco de fibrose pulmonar.
  • Anticorpo anti-RNA polimerase III – Pode indicar risco aumentado de crise renal esclerodérmica.

Exames de imagem

Esses exames ajudam a avaliar o comprometimento de órgãos, como pulmões, coração e trato gastrointestinal:

  • Tomografia computadorizada de alta resolução (TCAR) do tórax – Detecta fibrose pulmonar precocemente.
  • Ecocardiograma com Doppler – Avalia hipertensão arterial pulmonar e função cardíaca.
  • Manometria esofágica – Identifica dismotilidade esofágica, comum na doença.

Exames funcionais

Testes que avaliam a capacidade respiratória e a função renal são essenciais:

  • Prova de função pulmonar (espirometria e DLCO) – Monitora a progressão da doença pulmonar.
  • Exames de sangue (ureia, creatinina e taxa de filtração glomerular) – Acompanham a função renal.

Outros exames complementares

Dependendo dos sintomas, podem ser solicitados:

  • Capilaroscopia periungueal – Avalia microangiopatia, comum na esclerose sistêmica.
  • Ressonância magnética cardíaca – Detecta fibrose miocárdica.

O acompanhamento regular com esses exames permite um tratamento personalizado e a detecção precoce de complicações, melhorando o prognóstico do paciente.