Tratamento de distúrbios da glândula hipófise: Exames para diagnóstico de distúrbios da hipófise
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 14 de abril de 2025
Exames para diagnóstico de distúrbios da hipófise
O diagnóstico de distúrbios da glândula hipófise requer uma abordagem multidisciplinar, combinando exames laboratoriais, de imagem e funcionais. Esses testes ajudam a identificar alterações hormonais, presença de tumores (adenomas hipofisários) e avaliar a função da hipófise.
Exames laboratoriais
Os testes hormonais são essenciais para avaliar a produção excessiva ou deficiente de hormônios hipofisários. Os mais solicitados incluem:
- Prolactina: Para identificar hiperprolactinemia.
- Hormônio do crescimento (GH) e IGF-1: Para diagnóstico de acromegalia ou nanismo.
- TSH e T4 livre: Avaliam a função tireoidiana.
- ACTH e cortisol: Detectam disfunções na suprarrenal.
- FSH e LH: Avaliam a função gonadal.
Exames de imagem
A ressonância magnética (RM) da sela túrcica é o padrão-ouro para visualizar a hipófise e detectar microadenomas ou macroadenomas. Em casos específicos, a tomografia computadorizada (TC) pode ser utilizada.
Testes dinâmicos
Alguns distúrbios exigem testes de estímulo ou supressão hormonal, como:
- Teste de tolerância à glicose: Para avaliar excesso de GH.
- Teste de estimulação com CRH: Para insuficiência adrenal.
- Teste de supressão com dexametasona: Para diagnóstico de síndrome de Cushing.
Avaliação oftalmológica
Quando há suspeita de compressão do quiasma óptico por um tumor hipofisário, um exame de campo visual é fundamental para avaliar possíveis danos à visão.
O diagnóstico preciso é crucial para definir o tratamento adequado, que pode incluir medicação, cirurgia ou radioterapia, dependendo da causa do distúrbio hipofisário.