Tratamento de colesterol elevado: Exames para diagnóstico e monitoramento do colesterol elevado
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 27 de março de 2025
Exames para diagnóstico e monitoramento do colesterol elevado
O tratamento do colesterol elevado exige uma avaliação precisa por meio de exames laboratoriais. Esses testes ajudam a identificar os níveis de lipídios no sangue, determinar riscos cardiovasculares e monitorar a eficácia do tratamento.
Perfil lipídico (Lipidograma)
O perfil lipídico é o principal exame para avaliar o colesterol. Ele mede:
- Colesterol total – Soma de todos os tipos de colesterol no sangue.
- LDL (colesterol ruim) – Principal alvo do tratamento, pois seu acúmulo pode entupir artérias.
- HDL (colesterol bom) – Protege contra doenças cardiovasculares.
- Triglicerídeos – Gorduras que, em excesso, aumentam o risco cardíaco.
Exames complementares
Além do lipidograma, outros testes podem ser solicitados para uma avaliação mais completa:
- Proteína C reativa ultrassensível (PCR-us) – Identifica inflamação associada a risco cardiovascular.
- Glicemia e hemoglobina glicada (HbA1c) – Avaliam o diabetes, que pode agravar o colesterol alto.
- Testes de função hepática – Monitoram possíveis efeitos colaterais de medicamentos como as estatinas.
- Lipoproteína (a) – Exame genético que avalia risco aumentado de aterosclerose.
Frequência dos exames
Pacientes em tratamento para colesterol elevado devem realizar exames periodicamente. A recomendação geral inclui:
- Primeira avaliação – Aos 20 anos ou antes, se houver histórico familiar.
- Monitoramento anual – Para quem já possui diagnóstico ou fatores de risco.
- Ajustes de medicação – Exames a cada 3-6 meses até estabilização.
O acompanhamento contínuo é essencial para prevenir complicações como infarto e AVC. Profissionais de saúde devem individualizar a frequência dos exames conforme o perfil de cada paciente.