Tratamento da osteoporose: Exames para diagnóstico e acompanhamento da osteoporose
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 16 de abril de 2025
Exames para diagnóstico e acompanhamento da osteoporose
O diagnóstico e o monitoramento da osteoporose envolvem uma série de exames complementares, essenciais para avaliar a densidade mineral óssea, identificar riscos de fraturas e orientar o tratamento adequado.
Densitometria óssea (DXA)
O exame mais utilizado e considerado padrão-ouro é a densitometria óssea, também conhecida como DXA (Dual-Energy X-ray Absorptiometry). Ele mede a densidade mineral óssea (DMO) em locais como coluna lombar, fêmur e antebraço, permitindo classificar o paciente em normal, osteopenia ou osteoporose.
Exames laboratoriais
Além da DXA, exames de sangue e urina podem ser solicitados para avaliar possíveis causas secundárias da osteoporose ou monitorar a resposta ao tratamento. Entre os mais comuns estão:
Cálcio sérico e urinário: Avalia o metabolismo do cálcio.
Fosfatase alcalina óssea e osteocalcina: Marcadores de formação óssea.
CTX e NTX: Marcadores de reabsorção óssea.
Vitamina D (25-hidroxivitamina D): Fundamental para a saúde óssea.
Função renal e hepática: Para descartar doenças que afetem o metabolismo ósseo.
Raios-X e outros exames de imagem
Embora menos sensíveis que a DXA, os raios-X podem identificar fraturas vertebrais ou alterações ósseas sugestivas de osteoporose avançada. Em casos específicos, a ressonância magnética ou a tomografia computadorizada podem ser úteis para avaliar lesões ou fraturas complexas.
Avaliação de risco de fratura (FRAX)
O FRAX (Fracture Risk Assessment Tool) é uma ferramenta que combina dados clínicos e resultados da DXA para estimar o risco de fratura em 10 anos, auxiliando na decisão terapêutica.
O acompanhamento periódico com esses exames é essencial para ajustar o tratamento da osteoporose e prevenir complicações como fraturas.