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Tratamento da fístula reto –perineal: Exames para diagnóstico da fístula reto-perineal

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 17 de junho de 2025

Exames para diagnóstico da fístula reto-perineal

O diagnóstico preciso da fístula reto-perineal é essencial para definir o melhor tratamento. Os exames mais comumente solicitados incluem:

1. Exame físico e anamnese

O primeiro passo é uma avaliação clínica detalhada, com inspeção da região perineal e toque retal para identificar trajetos fistulosos e possíveis abscessos.

2. Ressonância magnética (RM) da pelve

A ressonância magnética é considerada o padrão-ouro para mapear o trajeto da fístula, identificar ramificações e avaliar estruturas adjacentes, como o esfíncter anal.

3. Ultrassonografia endoanal

Utiliza ondas sonoras para visualizar o trajeto fistuloso e sua relação com os músculos esfincterianos, sendo um exame menos invasivo e amplamente disponível.

4. Fistulografia

Consiste na injeção de contraste no orifício externo da fístula, seguida de radiografias para mapear seu percurso. Menos utilizado atualmente devido à menor precisão em comparação à RM.

5. Colonoscopia ou proctoscopia

Indicadas quando há suspeita de doença inflamatória intestinal (DII), como doença de Crohn, que pode ser a causa subjacente da fístula.

6. Tomografia computadorizada (TC)

Menos comum, mas pode ser útil em casos complexos ou quando há suspeita de infecção profunda, como abscessos pélvicos.

O médico pode solicitar um ou mais desses exames, dependendo da complexidade do caso e da suspeita clínica. O objetivo é obter informações precisas para planejar o tratamento mais eficaz e minimizar riscos, como incontinência fecal.