Tratamento da disfunção sexual feminina: Exames para diagnóstico da disfunção sexual feminina
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 7 de abril de 2025
Exames para diagnóstico da disfunção sexual feminina
O tratamento da disfunção sexual feminina começa com uma avaliação detalhada, que pode incluir diversos exames para identificar causas físicas, hormonais ou psicológicas. A escolha dos testes depende dos sintomas apresentados e do histórico da paciente.
Exames hormonais
Desequilíbrios hormonais são uma causa comum de disfunção sexual. Os exames mais solicitados incluem:
- Dosagem de estrogênio e progesterona – Avalia a função ovariana e o impacto da menopausa.
- Testosterona livre e total – Baixos níveis podem reduzir a libido.
- TSH e T4 livre – Problemas na tireoide podem afetar o desejo sexual.
- Prolactina – Níveis elevados podem inibir a excitação.
Exames ginecológicos e de imagem
Alterações anatômicas ou inflamatórias também podem contribuir para a disfunção sexual feminina. Alguns exames indicados são:
- Exame pélvico – Identifica dor, secura vaginal ou alterações nos tecidos.
- Ultrassom pélvico – Detecta cistos, endometriose ou outras condições.
- Ressonância magnética – Em casos específicos, como suspeita de lesões nervosas.
Avaliação psicológica e neurológica
Fatores emocionais e neurológicos têm grande influência na saúde sexual feminina. Podem ser recomendados:
- Questionários validados – Como o FSFI (Female Sexual Function Index).
- Avaliação de ansiedade e depressão – Através de escalas específicas.
- Testes de condução nervosa – Se houver suspeita de danos nos nervos pélvicos.
Exames complementares
Em alguns casos, outros testes podem ser necessários para um diagnóstico preciso:
- Glicemia e perfil lipídico – Diabetes e colesterol alto afetam a circulação.
- Dosagem de vitamina D – Deficiência está associada a menor desejo sexual.
- Hemograma completo – Para descartar anemias ou infecções.
O tratamento da disfunção sexual feminina deve ser personalizado, e os exames ajudam a direcionar a abordagem mais eficaz, seja hormonal, psicológica ou fisiológica.