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Tratamento da deficiência de ferro: Exames para Diagnóstico da Deficiência de Ferro

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 10 de julho de 2025

Exames para Diagnóstico da Deficiência de Ferro

Para identificar a deficiência de ferro, os profissionais de saúde costumam solicitar uma série de exames laboratoriais. Esses testes ajudam a confirmar o diagnóstico, avaliar a gravidade e identificar possíveis causas subjacentes.

Hemograma Completo

O hemograma é o primeiro passo, analisando os níveis de hemoglobina, hematócrito e índices hematimétricos. Valores baixos de hemoglobina e hematócrito podem indicar anemia, enquanto VCM (volume corpuscular médio) e HCM (hemoglobina corpuscular média) reduzidos sugerem anemia microcítica hipocrômica, comum na deficiência de ferro.

Ferritina Sérica

A ferritina é o principal marcador de reservas de ferro no organismo. Níveis abaixo do normal (geralmente < 30 ng/mL) confirmam a deficiência. É importante considerar que a ferritina pode estar falsamente elevada em processos inflamatórios.

Ferro Sérico e Capacidade Total de Ligação do Ferro (CTLF)

O ferro sérico mede a quantidade de ferro circulante, enquanto a CTLF avalia a capacidade de transporte do ferro pela transferrina. Na deficiência, o ferro sérico está baixo e a CTLF elevada, resultando em uma saturação da transferrina reduzida (< 20%).

Outros Exames Complementares

Em casos específicos, podem ser solicitados: – Protoporfirina eritrocitária livre (PEL): elevada na deficiência de ferro. – Receptor solúvel de transferrina (sTfR): útil para diferenciar deficiência de ferro de anemia de doenças crônicas. – Endoscopia/colonoscopia: se houver suspeita de perda sanguínea gastrointestinal.

O diagnóstico preciso é essencial para um tratamento eficaz, evitando complicações como fadiga crônica e comprometimento cardiovascular.