Tratamento Cirurgico Do Torcicolo Congenito: Casos Comuns de Uso do Tratamento Cirúrgico do Torcicolo Congênito
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 8 de maio de 2025
Casos Comuns de Uso do Tratamento Cirúrgico do Torcicolo Congênito
O tratamento cirúrgico do torcicolo congênito é indicado quando métodos conservadores, como fisioterapia e alongamentos, não apresentam resultados satisfatórios. Geralmente, a intervenção cirúrgica é considerada em situações específicas, visando melhorar a função muscular e a qualidade de vida do paciente.
Falha no Tratamento Conservador
Pacientes que não respondem adequadamente a terapias não invasivas após 6 a 12 meses de tratamento podem ser candidatos à cirurgia. A persistência da contratura do músculo esternocleidomastóideo (ECOM) justifica a avaliação para correção cirúrgica.
Deformidades Estéticas e Funcionais Graves
Quando o torcicolo congênito causa assimetria facial, plagiocefalia (deformação craniana) ou limitação significativa na mobilidade cervical, a cirurgia pode ser necessária para prevenir complicações a longo prazo.
Pacientes com Idade Avançada para Tratamento Clínico
Crianças acima de 1 ano de idade, com fibrose muscular consolidada, muitas vezes não obtêm benefício suficiente com exercícios, tornando a cirurgia uma opção viável para restaurar a amplitude de movimento.
Recidiva ou Piora Progressiva
Em casos em que há agravamento da contratura ou recidiva após tratamento inicial, a abordagem cirúrgica pode ser a melhor alternativa para evitar sequelas permanentes.
O procedimento mais comum é a tenotomia do músculo esternocleidomastóideo, que visa liberar a fibrose e permitir o realinhamento cervical. A decisão pela cirurgia deve ser individualizada, considerando fatores como idade, gravidade dos sintomas e resposta às terapias prévias.