Tratamento Cirurgico De Pseudartrose Distal Da Tibia: Exames para Diagnóstico e Planejamento do Tratamento Cirúrgico de Pseudartrose Distal da Tíbia
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 20 de maio de 2025
Exames para Diagnóstico e Planejamento do Tratamento Cirúrgico de Pseudartrose Distal da Tíbia
O Tratamento Cirúrgico de Pseudartrose Distal da Tíbia exige uma avaliação detalhada para determinar a extensão da lesão e o melhor método de intervenção. Os exames abaixo são essenciais para um diagnóstico preciso e um planejamento cirúrgico adequado.
1. Radiografias Simples (Raio-X)
O exame inicial e mais acessível para avaliar a pseudartrose. Imagens em duas incidências (anteroposterior e perfil) ajudam a identificar falhas na consolidação óssea, desalinhamentos e possíveis infecções.
2. Tomografia Computadorizada (TC)
Fornece imagens tridimensionais detalhadas, permitindo analisar a qualidade óssea, a presença de cavidades ou necrose, e a vascularização local. Fundamental para planejar a fixação interna ou enxertos.
3. Ressonância Magnética (RM)
Indicada em casos suspeitos de infecção ou quando há necessidade de avaliar tecidos moles adjacentes, como ligamentos e tendões. Também ajuda a detectar edema medular ou necrose avascular.
4. Cintilografia Óssea
Útil para diferenciar pseudartrose hipertófica (com atividade metabólica) da pseudartrose atrófica (sem atividade celular), influenciando a escolha do tratamento.
5. Exames Laboratoriais
Hemograma, PCR e VHS são solicitados para descartar infecção. Em casos crônicos, dosagens de vitamina D, cálcio e hormônios podem identificar deficiências que prejudicam a consolidação óssea.
6. Ultrassom com Doppler
Avalia a vascularização da região, importante para determinar a viabilidade de enxertos ou técnicas de alongamento ósseo.
Esses exames garantem uma abordagem personalizada, aumentando as chances de sucesso no Tratamento Cirúrgico de Pseudartrose Distal da Tíbia.