Tratamento cirúrgico de fraturas em criança: Exames essenciais para diagnóstico e planejamento cirúrgico
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 7 de abril de 2025
Exames essenciais para diagnóstico e planejamento cirúrgico
O tratamento cirúrgico de fraturas em crianças exige avaliação precisa para garantir a melhor abordagem terapêutica. Confira os exames mais solicitados:
1. Radiografia simples (Raio-X)
É o exame inicial padrão para identificar fraturas, avaliar deslocamentos e classificar o tipo de lesão. Em crianças, imagens em duas incidências (anteroposterior e perfil) são essenciais para evitar falsos negativos.
2. Tomografia computadorizada (TC)
Indicada para fraturas complexas, como lesões articulares ou da coluna vertebral. A TC fornece detalhes tridimensionais, auxiliando no planejamento de osteossíntese com placas ou parafusos.
3. Ressonância magnética (RM)
Recomendada quando há suspeita de lesões em tecidos moles, medula espinhal ou cartilagem de crescimento (fise). Também é útil para detectar edema ósseo oculto em fraturas não visíveis no raio-X.
4. Ultrassonografia (USG)
Menos comum, mas pode ser usada em crianças muito pequenas (especialmente lactentes) para avaliar fraturas não deslocadas ou em ossos superficiais (como clavícula). Evita exposição à radiação.
5. Exames laboratoriais
Hemograma, coagulograma e dosagem de vitamina D são solicitados em casos de fraturas patológicas ou histórico de traumas mínimos, investigando condições como osteogênese imperfeita.
6. Cintilografia óssea
Utilizada em suspeitas de fraturas ocultas ou infecções (osteomielite), principalmente quando outros exames são inconclusivos. Requer cuidados devido à exposição radioativa.
Lembre-se: A escolha dos exames deve considerar idade, local da fratura e suspeitas clínicas, priorizando métodos com menor risco para o paciente pediátrico.