Tratamento cirúrgico de fratura ou deslocamento epifisário dos côndilo: Exames para Diagnóstico e Planejamento Cirúrgico
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 21 de maio de 2025
Exames para Diagnóstico e Planejamento Cirúrgico
Para avaliar adequadamente uma fratura ou deslocamento epifisário dos côndilos, é essencial realizar uma combinação de exames de imagem. Esses procedimentos ajudam a determinar a extensão da lesão, o alinhamento ósseo e possíveis complicações associadas.
Radiografia Convencional
O primeiro passo costuma ser a radiografia em duas incidências (anteroposterior e perfil). Esse exame permite identificar fraturas, deslocamentos e a presença de fragmentos ósseos. Em casos pediátricos, é crucial comparar com o lado contralateral para avaliar o crescimento epifisário.
Tomografia Computadorizada (TC)
A TC com reconstrução 3D é fundamental para visualizar a anatomia complexa da região condilar. Ela fornece detalhes sobre a cominuição, desvios angulares e envolvimento das superfícies articulares, auxiliando no planejamento cirúrgico.
Ressonância Magnética (RM)
Em lesões com suspeita de comprometimento de tecidos moles (ligamentos, cartilagem ou medula óssea), a RM é indicada. Também é útil em fraturas ocultas ou quando há dúvidas sobre a vascularização da epífise.
Ultrassonografia (USG)
Embora menos comum, a USG pode ser usada em crianças para avaliar deslocamentos epifisários sem exposição à radiação. No entanto, sua aplicação depende da experiência do operador e da localização da fratura.
Exames Complementares
Em situações específicas, como traumas de alta energia, podem ser solicitados exames laboratoriais (hemograma, coagulograma) ou até mesmo arteriografia se houver risco vascular. A escolha dos exames deve ser individualizada, considerando idade, mecanismo de trauma e condições clínicas do paciente.