Tratamento cirúrgico de fratura da patela por fixação interna: Principais causas que levam ao tratamento cirúrgico de fratura da patela
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 21 de maio de 2025
Principais causas que levam ao tratamento cirúrgico de fratura da patela
O tratamento cirúrgico de fratura da patela por fixação interna é indicado em situações específicas, geralmente quando há comprometimento da integridade articular ou risco de instabilidade mecânica. As causas mais comuns incluem:
Fraturas desviadas ou com afastamento ósseo
Quando os fragmentos da patela estão separados em mais de 2-3 mm ou apresentam desvio significativo, a cirurgia é necessária para restaurar a congruência articular e evitar complicações como artrose pós-traumática.
Fraturas com envolvimento da superfície articular
Lesões que afetam a cartilagem da patela ou do fêmur exigem fixação interna precisa para evitar degeneração precoce da articulação. Fraturas com depressão ou fragmentos impactados são particularmente críticas.
Ruptura do mecanismo extensor
Se a fratura compromete a continuidade do tendão patelar ou quadricipital, a cirurgia é essencial para restabelecer a função do joelho. Pacientes incapazes de realizar extensão ativa do joelho geralmente necessitam de intervenção.
Fraturas cominutivas ou multifragmentadas
Quando a patela se rompe em múltiplos fragmentos, a fixação com fios de Kirschner, parafusos ou cerclagem pode ser necessária para garantir estabilidade e permitir a consolidação óssea adequada.
Falha no tratamento conservador
Em alguns casos, imobilização e fisioterapia não são suficientes para garantir a consolidação adequada, especialmente em pacientes ativos ou com alto risco de pseudoartrose.
O diagnóstico preciso por meio de radiografias, tomografia computadorizada ou ressonância magnética é fundamental para determinar a necessidade de intervenção cirúrgica e o método ideal de fixação.