Tratamento Cirurgico Da Fratura Transtrocanteriana: Exames para Diagnóstico e Planejamento Cirúrgico
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 25 de março de 2025
Exames para Diagnóstico e Planejamento Cirúrgico
O Tratamento Cirúrgico da Fratura Transtrocantérica exige uma avaliação pré-operatória detalhada para garantir a segurança do paciente e o sucesso do procedimento. Os exames mais comumente solicitados incluem:
1. Exames de Imagem
Radiografia simples (Raio-X) do quadril e fêmur: É o exame inicial para confirmar a fratura, avaliar seu padrão e deslocamento. Geralmente, são realizadas incidências anteroposterior (AP) e perfil.
Tomografia Computadorizada (TC): Pode ser solicitada em casos complexos para analisar a extensão da fratura, fragmentação óssea e auxiliar no planejamento cirúrgico, especialmente se houver dúvidas no raio-X.
2. Exames Laboratoriais
Hemograma completo: Avalia anemia, infecções e condições gerais de saúde.
Coagulograma: Verifica a capacidade de coagulação sanguínea, essencial para evitar complicações hemorrágicas durante a cirurgia.
Eletrólitos e função renal: Importante para pacientes idosos ou com comorbidades, garantindo equilíbrio hidroeletrolítico e função renal adequada.
Glicemia: Pacientes diabéticos necessitam de controle rigoroso para evitar complicações pós-operatórias.
3. Avaliação Cardiorrespiratória
Eletrocardiograma (ECG): Identifica arritmias ou alterações cardíacas que possam interferir no procedimento.
Radiografia de tórax: Avalia condições pulmonares, especialmente em pacientes com histórico de doenças respiratórias.
Ecocardiograma (em casos selecionados): Recomendado para pacientes com insuficiência cardíaca ou sopros significativos.
4. Outros Exames Complementares
Densitometria óssea: Pode ser indicada para avaliar osteoporose, principalmente em idosos, auxiliando no manejo pós-operatório.
Ultrassonografia de veias dos membros inferiores: Identifica trombose venosa profunda (TVP), comum em pacientes com imobilização prolongada.
Esses exames são fundamentais para reduzir riscos cirúrgicos e otimizar a recuperação do paciente após o Tratamento Cirúrgico da Fratura Transtrocantérica.