Tratamento Cirurgico Da Fratura Supra-Condiliana Do Umero: Exames para Diagnóstico e Planejamento Cirúrgico
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 2 de abril de 2025
Exames para Diagnóstico e Planejamento Cirúrgico
O tratamento cirúrgico da fratura supra-condiliana do úmero exige uma avaliação detalhada por meio de exames de imagem. Esses recursos são essenciais para confirmar o diagnóstico, classificar a lesão e orientar a abordagem terapêutica.
Radiografia Convencional
O raio-X em duas incidências (anteroposterior e perfil) é o primeiro exame solicitado. Ele permite visualizar a linha de fratura, o deslocamento dos fragmentos ósseos e possíveis complicações, como compressão vascular ou neurológica.
Tomografia Computadorizada (TC)
Em casos complexos ou quando há dúvida sobre o alinhamento articular, a TC com reconstrução 3D é indicada. Esse exame oferece detalhes sobre a anatomia da fratura, auxiliando no planejamento da fixação cirúrgica.
Ultrassonografia Doppler
Se houver suspeita de lesão vascular (como comprometimento da artéria braquial), o Doppler avalia o fluxo sanguíneo na região afetada, garantindo intervenção precoce em caso de isquemia.
Eletroneuromiografia (ENMG)
Quando há sinais de lesão nervosa (ex.: paralisia do nervo radial ou ulnar), a ENMG identifica o tipo e a extensão do dano, influenciando a conduta pós-operatória.
Ressonância Magnética (RM)
Embora menos comum, a RM pode ser útil em fraturas pediátricas ou para avaliar lesões de tecidos moles associadas, como ligamentos ou cartilagem.
Esses exames, combinados ao exame físico, garantem uma abordagem segura e personalizada no tratamento cirúrgico da fratura supra-condiliana do úmero, minimizando riscos e melhorando os resultados funcionais.