Tratamento Cirurgico Da Fratura Sub-Trocanteriana: Perguntas Frequentes Sobre o Tratamento Cirúrgico da Fratura Sub-Trocanteriana
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 25 de março de 2025
Perguntas Frequentes Sobre o Tratamento Cirúrgico da Fratura Sub-Trocanteriana
1. Qual é o tempo de recuperação após a cirurgia?
O tempo de recuperação varia conforme a idade do paciente, o tipo de fixação utilizada e a presença de comorbidades. Em geral, a mobilização precoce é incentivada, com apoio parcial em 4 a 6 semanas e retorno às atividades normais em 3 a 6 meses.
2. Quais são os riscos associados ao procedimento?
As complicações podem incluir infecção, não consolidação óssea, trombose venosa profunda e lesões neurovasculares. O acompanhamento pós-operatório rigoroso ajuda a minimizar esses riscos.
3. Qual técnica cirúrgica é mais indicada?
As opções incluem hastes intramedulares (como a haste femoral) ou placas e parafusos. A escolha depende da estabilidade da fratura, idade do paciente e experiência do cirurgião.
4. Quando é necessária a cirurgia?
O tratamento cirúrgico é quase sempre indicado devido ao alto risco de complicações com métodos conservadores. Fraturas instáveis ou com desvio significativo exigem intervenção imediata.
5. Como é o pós-operatório?
Inclui analgesia controlada, fisioterapia precoce e monitoramento para complicações. O uso de anticoagulantes pode ser necessário para prevenir TVP.
6. Quais sinais indicam complicações pós-cirúrgicas?
Dor intensa, inchaço persistente, febre ou dificuldade de mobilização podem sinalizar infecção, trombose ou falha na fixação. Procure atendimento médico imediatamente.
7. Existe risco de nova fratura após a cirurgia?
Sim, principalmente em pacientes com osteoporose ou fixação inadequada. A suplementação com cálcio e vitamina D, além de exercícios de fortalecimento, ajuda a prevenir recorrências.
8. Qual o papel da fisioterapia na recuperação?
A fisioterapia é essencial para restaurar a mobilidade, fortalecer a musculatura e evitar complicações como rigidez articular. O plano deve ser individualizado conforme a evolução do paciente.