Tratamento cirúrgico da fistula retovaginal: Principais causas que levam ao tratamento cirúrgico da fístula retovaginal
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 25 de abril de 2025
Principais causas que levam ao tratamento cirúrgico da fístula retovaginal
O tratamento cirúrgico da fístula retovaginal é indicado quando há falha no tratamento conservador ou em casos de fístulas complexas. As causas mais comuns que exigem intervenção cirúrgica incluem:
Trauma obstétrico
O parto prolongado ou o uso de fórceps pode causar lesões graves no assoalho pélvico, levando à formação de fístulas. Em alguns casos, a laceração perineal de alto grau não cicatriza adequadamente, necessitando de correção cirúrgica.
Doenças inflamatórias intestinais
Pacientes com doença de Crohn ou colite ulcerativa têm maior risco de desenvolver fístulas retovaginais devido à inflamação crônica e ulcerações na região retal.
Infecções pélvicas
Abscessos ou infecções graves, como diverticulite ou doença inflamatória pélvica, podem evoluir para fístulas quando não tratadas adequadamente.
Radioterapia pélvica
Pacientes submetidas a radioterapia para câncer pélvico podem desenvolver fístulas retovaginais como complicação tardia, devido à necrose tecidual e cicatrização deficiente.
Cirurgias prévias
Procedimentos como histerectomia, cirurgia retal ou reparo de prolapso podem acidentalmente lesionar a parede retal ou vaginal, resultando em fístulas que exigem reparo cirúrgico.
Trauma direto
Acidentes, violência sexual ou procedimentos invasivos mal conduzidos podem causar lesões que evoluem para fístulas retovaginais.
O diagnóstico preciso e a identificação da causa são essenciais para definir a melhor abordagem cirúrgica, garantindo maior taxa de sucesso no tratamento.