Tratamento cirúrgico da espasticidade: Para quem é indicado o tratamento cirúrgico da espasticidade?
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 15 de maio de 2025
Para quem é indicado o tratamento cirúrgico da espasticidade?
O tratamento cirúrgico da espasticidade é destinado a pacientes que não apresentam melhora significativa com terapias conservadoras, como fisioterapia, medicamentos orais ou aplicação de toxina botulínica. Geralmente, são indivíduos com condições neurológicas crônicas, como:
Pacientes com paralisia cerebral
Crianças e adultos com paralisia cerebral que apresentam espasticidade grave, comprometendo a mobilidade e causando deformidades articulares, podem ser candidatos à cirurgia.
Vítimas de AVC (Acidente Vascular Cerebral)
Pessoas que sofreram AVC e desenvolveram espasticidade resistente a outros tratamentos podem se beneficiar de intervenções cirúrgicas para melhorar a função motora e reduzir a dor.
Lesões medulares e traumatismos cranioencefálicos
Indivíduos com lesão medular ou traumatismo cranioencefálico que apresentam rigidez muscular excessiva e limitações funcionais podem ser avaliados para procedimentos cirúrgicos.
Esclerose múltipla e outras doenças neurodegenerativas
Pacientes com esclerose múltipla ou outras condições neurodegenerativas que desenvolvem espasticidade incapacitante também podem ser considerados para cirurgia, dependendo da avaliação multidisciplinar.
Critérios de seleção para cirurgia
Antes de indicar o tratamento cirúrgico, a equipe médica avalia fatores como:
- Grau de resposta aos tratamentos prévios
- Impacto da espasticidade na qualidade de vida
- Potencial de recuperação funcional pós-cirúrgico
- Ausência de contraindicações clínicas
O objetivo é sempre melhorar a função motora, reduzir a dor e prevenir complicações como contraturas articulares irreversíveis.