Tratamento cirúrgico da doença de peyronie: Exames para Avaliação da Doença de Peyronie
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 15 de maio de 2025
Exames para Avaliação da Doença de Peyronie
Antes de indicar o tratamento cirúrgico da doença de Peyronie, é fundamental realizar uma avaliação detalhada para determinar a gravidade da condição e a melhor abordagem terapêutica. Os exames mais comumente solicitados incluem:
1. Ultrassonografia com Doppler Peniano
Este é o exame mais importante para avaliar a doença de Peyronie. Ele permite identificar a presença de placas fibrosas, medir sua extensão e verificar se há comprometimento vascular. O Doppler avalia o fluxo sanguíneo, ajudando a detectar possíveis disfunções eréteis associadas.
2. Ressonância Magnética (RM) do Pênis
Em casos mais complexos, a ressonância magnética pode ser indicada para uma visualização mais detalhada das estruturas internas. Ela ajuda a diferenciar entre tecido fibroso e calcificações, além de auxiliar no planejamento cirúrgico.
3. Exames de Sangue
Embora não sejam específicos para a doença, exames como glicemia, perfil lipídico e testosterona podem ser solicitados para identificar fatores de risco associados, como diabetes ou disfunção hormonal.
4. Avaliação da Função Erétil
Como a doença de Peyronie frequentemente está associada a problemas de ereção, testes como o Índice Internacional de Função Erétil (IIEF) ou exames como a rigiscan podem ser utilizados para avaliar a função sexual do paciente.
5. Radiografia Simples
Em casos em que há suspeita de calcificação das placas, uma radiografia pode ser útil para confirmar a presença de depósitos de cálcio, o que pode influenciar a escolha do tratamento cirúrgico.
Esses exames são essenciais para garantir um diagnóstico preciso e determinar se o tratamento cirúrgico é a melhor opção para o paciente, além de auxiliar no planejamento da intervenção.