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Tratamento cirúrgico da doença de peyronie: Perguntas Frequentes Sobre o Tratamento Cirúrgico da Doença de Peyronie

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 15 de maio de 2025

Perguntas Frequentes Sobre o Tratamento Cirúrgico da Doença de Peyronie

1. Quando a cirurgia é indicada para a doença de Peyronie?

A cirurgia é recomendada quando a doença está estável há pelo menos 6 a 12 meses, sem progressão da curvatura ou dor. Também é indicada em casos de disfunção erétil grave ou curvatura que impede a relação sexual.

2. Quais são os principais tipos de cirurgia disponíveis?

As técnicas mais utilizadas incluem: • Encurtamento do lado convexo: Remoção de tecido saudável para equilibrar a curvatura. • Alongamento do lado côncavo: Incisões ou enxertos para corrigir a deformidade. • Implante de prótese peniana: Opção para pacientes com disfunção erétil associada.

3. Quais são os riscos da cirurgia?

Os riscos incluem perda de sensibilidade, encurtamento do pênis, disfunção erétil e, em casos raros, infecção. O cirurgião deve avaliar individualmente cada paciente para minimizar complicações.

4. Qual é o tempo de recuperação pós-operatório?

A recuperação varia conforme a técnica, mas geralmente leva 4 a 6 semanas para retomar atividades leves e 6 a 8 semanas para relações sexuais. Fisioterapia e acompanhamento médico são essenciais.

5. A cirurgia resolve completamente a curvatura?

Embora a maioria dos pacientes tenha melhora significativa, nenhum método garante correção total. Alguns podem permanecer com curvatura residual ou necessitar de procedimentos adicionais.

6. Existem alternativas não cirúrgicas eficazes?

Em casos leves, terapia por ondas de choque, injeções intralesionais ou medicamentos podem ser tentados antes da cirurgia. Porém, em estágios avançados, a intervenção cirúrgica costuma ser a melhor opção.

7. Como escolher o cirurgião ideal?

Busque um urologista especializado em cirurgia reconstrutiva peniana, com experiência comprovada em doença de Peyronie. Avalie resultados de pacientes anteriores e discuta expectativas realistas.