Tratamento cirúrgico da doença de peyronie: Casos Comuns para o Tratamento Cirúrgico da Doença de Peyronie
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 15 de maio de 2025
Casos Comuns para o Tratamento Cirúrgico da Doença de Peyronie
O tratamento cirúrgico da doença de Peyronie é indicado para pacientes que não respondem a terapias conservadoras e apresentam deformidades penianas significativas. A cirurgia é considerada quando a doença está estável, geralmente após 12 a 18 meses de evolução.
1. Curvatura Peniana Acentuada
Pacientes com curvatura grave (acima de 30 graus) que dificultam ou impossibilitam a relação sexual são candidatos à correção cirúrgica. A deformidade pode causar dor e impacto psicológico, afetando a qualidade de vida.
2. Placas Fibrosas Estabilizadas
Quando as placas fibróticas não regridem com medicamentos ou terapia por ondas de choque, e a doença se mantém sem progressão por pelo menos um ano, a cirurgia torna-se uma opção viável.
3. Encurtamento Peniano Significativo
Em casos em que há perda considerável de comprimento do pênis devido à retração causada pela fibrose, procedimentos como enxertos ou técnicas de alongamento podem ser recomendados.
4. Disfunção Erétil Associada
Se a doença de Peyronie leva a uma disfunção erétil irreversível, a colocação de próteses penianas pode ser necessária, especialmente em pacientes que não respondem a tratamentos farmacológicos.
5. Dor Persistente
Embora a dor geralmente melhore com o tempo, alguns pacientes continuam com desconforto crônico durante as ereções, tornando a intervenção cirúrgica uma alternativa para alívio sintomático.
O tratamento cirúrgico é personalizado conforme a gravidade da deformidade e as necessidades do paciente, sendo essencial uma avaliação urológica detalhada para definir a melhor abordagem.