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Tratamento cirúrgico da associação de fratura ao nivel da pelve: Exames para diagnóstico e planejamento cirúrgico

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 31 de março de 2025

Exames para diagnóstico e planejamento cirúrgico

O tratamento cirúrgico da associação de fratura ao nível da pelve exige uma avaliação detalhada para garantir a precisão do procedimento. Os exames mais comumente solicitados incluem:

1. Radiografia simples da pelve

É o exame inicial para identificar fraturas e deslocamentos ósseos. Inclui incidências anteroposterior, oblíquas e de entrada/saída, essenciais para classificar a lesão.

2. Tomografia computadorizada (TC) com reconstrução 3D

Fornece imagens detalhadas da fratura pélvica, permitindo avaliar a extensão do trauma, fragmentos ósseos e possíveis lesões associadas em órgãos e vasos sanguíneos.

3. Ressonância magnética (RM)

Indicada em casos suspeitos de lesões em tecidos moles, como músculos, ligamentos ou compressão nervosa. Também auxilia na detecção de hematomas e danos à bexiga ou uretra.

4. Angiografia

Recomendada quando há suspeita de lesão vascular, como sangramento ativo. Permite intervenções embolizadoras durante o próprio exame, se necessário.

5. Exames laboratoriais

Hemograma, coagulograma e dosagem de eletrólitos avaliam o estado geral do paciente e preparam para a cirurgia. Em traumas graves, gasometria arterial pode ser incluída.

6. Ultrassonografia FAST

Usada em emergências para detectar sangramento intra-abdominal ou pericardíaco, especialmente em politraumatizados.

Esses exames são fundamentais para definir a estratégia cirúrgica, minimizando riscos e otimizando a recuperação do paciente com fraturas pélvicas complexas.