Terapia Supersônica por Ondas de Choque Extracorporeas (TSE): Para quem é indicada a Terapia Supersônica por Ondas de Choque Extracorporeas (TSE)?
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 29 de abril de 2025
Para quem é indicada a Terapia Supersônica por Ondas de Choque Extracorporeas (TSE)?
A Terapia Supersônica por Ondas de Choque Extracorporeas (TSE) é especialmente recomendada para pacientes que apresentam condições musculoesqueléticas crônicas ou agudas, resistentes a tratamentos convencionais. Profissionais de saúde, como ortopedistas, fisioterapeutas e reumatologistas, costumam indicá-la em casos específicos.
Pacientes com dores musculoesqueléticas persistentes
Indivíduos que sofrem com tendinites, fasceíte plantar, epicondilite (cotovelo de tenista) ou bursites podem se beneficiar significativamente da TSE. A terapia acelera a regeneração tecidual e reduz a inflamação, proporcionando alívio duradouro.
Atletas e praticantes de atividades físicas
Esportistas com lesões por sobrecarga, como tendinopatias ou contraturas musculares, encontram na TSE uma solução eficaz para retomar suas atividades com segurança e em menor tempo. A técnica estimula a vascularização e a reparação celular.
Pacientes com calcificações articulares
Condições como calcificações no ombro ou esporão de calcâneo respondem bem à terapia, pois as ondas de choque fragmentam os depósitos de cálcio, facilitando sua reabsorção pelo organismo.
Indivíduos com dificuldade de cicatrização
Pessoas com úlceras de difícil cicatrização ou fraturas com consolidação lenta podem utilizar a TSE como adjuvante, já que o método estimula a formação de novos vasos sanguíneos e a regeneração óssea.
É fundamental que um profissional de saúde avalie cada caso para determinar se a Terapia Supersônica por Ondas de Choque Extracorporeas é a melhor opção, considerando histórico médico e resposta a tratamentos anteriores.