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Terapia antiretroviral para HIV: Quais medicamentos são usados na Terapia Antirretroviral para HIV?

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 25 de março de 2025

Quais medicamentos são usados na Terapia Antirretroviral para HIV?

A Terapia Antirretroviral (TARV) para HIV utiliza diferentes classes de medicamentos que agem em etapas distintas do ciclo viral. Esses fármacos são combinados para maximizar a eficácia e reduzir a resistência. Sempre consulte um profissional de saúde para orientações personalizadas.

Inibidores da Transcriptase Reversa Análogos de Nucleosídeos (ITRN)

Esses medicamentos bloqueiam a enzima transcriptase reversa, impedindo a replicação do vírus. Exemplos incluem: Tenofovir (TDF ou TAF), Lamivudina (3TC) e Abacavir (ABC). Eles são frequentemente combinados em regimes de tratamento.

Inibidores da Transcriptase Reversa Não Análogos de Nucleosídeos (ITRNN)

Atuam no mesmo alvo, mas com mecanismo diferente. Medicamentos como Efavirenz (EFV), Nevirapina (NVP) e Rilpivirina (RPV) são usados em combinação com outros antirretrovirais.

Inibidores de Protease (IP)

Bloqueiam a enzima protease, essencial para a formação de partículas virais infecciosas. Exemplos incluem Darunavir (DRV) e Atazanavir (ATV), geralmente administrados com um reforço como o Ritonavir (RTV) ou Cobicistat (COBI).

Inibidores de Integrase (INI)

Impedem a integração do material genético do HIV no DNA da célula hospedeira. Medicamentos como Dolutegravir (DTG), Raltegravir (RAL) e Bictegravir (BIC) são amplamente utilizados devido à alta eficácia e menor risco de resistência.

Inibidores de Entrada e Fusão

Atuam impedindo a entrada do vírus nas células. O Maraviroc (MVC) bloqueia o receptor CCR5, enquanto o Enfuvirtida (T-20) interfere na fusão viral. São menos comuns, mas podem ser opções em casos específicos.

Antirretrovirais Combinados em Dose Fixa

Muitos esquemas terapêuticos utilizam combinações em um único comprimido, como Biktarvy (BIC/TAF/FTC) ou Dolutegravir + Lamivudina, facilitando a adesão ao tratamento. Um médico infectologista deve avaliar a melhor opção para cada paciente.

Lembre-se: a escolha do medicamento depende de fatores como histórico de tratamento, resistência viral e condições de saúde associadas. Nunca inicie ou interrompa a terapia sem orientação profissional.