Terapia Alvo: Casos comuns de uso da Terapia Alvo
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 3 de junho de 2025
Casos comuns de uso da Terapia Alvo
A Terapia Alvo é frequentemente indicada para pacientes com condições específicas, especialmente aquelas relacionadas a doenças crônicas e oncológicas. Seu uso é baseado em marcadores genéticos ou moleculares, permitindo um tratamento personalizado e mais eficaz.
1. Câncer
Esta abordagem é amplamente utilizada no tratamento de diversos tipos de câncer, como:
- Câncer de mama HER2-positivo – Medicamentos como trastuzumabe bloqueiam a proteína HER2, impedindo o crescimento tumoral.
- Leucemia mieloide crônica (LMC) – Inibidores de tirosina quinase, como o imatinibe, atuam diretamente nas células cancerígenas.
- Câncer de pulmão com mutação EGFR – Drogas como gefitinibe ou osimertinibe inibem a proteína mutada, retardando a progressão da doença.
2. Doenças autoimunes
Pacientes com artrite reumatoide ou psoríase podem se beneficiar da Terapia Alvo, que age bloqueando moléculas inflamatórias específicas, como o TNF-alfa (fator de necrose tumoral).
3. Fibrose cística
Em casos de fibrose cística com mutação no gene CFTR, medicamentos como ivacaftor corrigem o defeito na proteína, melhorando a função pulmonar.
4. Doenças cardiovasculares
Algumas terapias direcionadas são usadas para tratar hipertensão pulmonar ou trombose, visando vias moleculares específicas que regulam a coagulação ou a pressão arterial.
5. Distúrbios hematológicos
Condições como anemia falciforme ou hemofilia podem ser tratadas com terapias que modulam genes ou proteínas envolvidas na produção de hemácias ou fatores de coagulação.
O sucesso da Terapia Alvo depende da identificação precisa das alterações moleculares em cada paciente, reforçando a importância de exames genéticos e biomarcadores no diagnóstico.