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Síndrome Nefrótica: Exames para Diagnóstico e Monitoramento da Síndrome Nefrótica

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 8 de abril de 2025

Exames para Diagnóstico e Monitoramento da Síndrome Nefrótica

Para confirmar e acompanhar a Síndrome Nefrótica, os profissionais de saúde costumam solicitar uma série de exames laboratoriais e de imagem. Esses testes ajudam a identificar a causa, avaliar a gravidade e monitorar a resposta ao tratamento.

Exames Laboratoriais

1. Exame de Urina (EAS e Proteinúria de 24h) – A análise da urina é essencial para detectar a presença de proteínas, especialmente a albumina, que é perdida em grandes quantidades na síndrome nefrótica. O exame de proteinúria de 24 horas quantifica essa perda.

2. Dosagem de Albumina Sérica – Níveis baixos de albumina no sangue (hipoalbuminemia) são um dos critérios diagnósticos da doença.

3. Perfil Lipídico – Pacientes com síndrome nefrótica frequentemente apresentam hiperlipidemia, com aumento de colesterol e triglicerídeos.

4. Creatinina e Taxa de Filtração Glomerular (TFG) – Esses exames avaliam a função renal e ajudam a identificar possíveis complicações, como insuficiência renal.

Exames de Imagem

1. Ultrassom Renal – Permite avaliar o tamanho, a forma e a estrutura dos rins, além de descartar outras condições, como obstruções ou malformações.

2. Biópsia Renal – Em alguns casos, é necessária para determinar a causa específica da síndrome nefrótica, especialmente quando há suspeita de doenças glomerulares primárias.

Outros Exames Complementares

1. Sorologias para Hepatite B, Hepatite C e HIV – Algumas infecções virais podem estar associadas à síndrome nefrótica.

2. Autoanticorpos (ANA, Anti-DNA, ANCA) – Úteis para investigar doenças autoimunes, como lúpus, que podem causar danos renais.

3. Eletroforese de Proteínas – Pode ser solicitada para descartar condições como mieloma múltiplo em pacientes com proteinúria significativa.

Esses exames são fundamentais para um diagnóstico preciso e para orientar o tratamento adequado, reduzindo riscos de complicações e melhorando o prognóstico do paciente.