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Resseccao Parcial Ou Total Da Clavicula: Exames Prescritos para Resseção Parcial ou Total da Clavícula

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 3 de julho de 2025

Exames Prescritos para Resseção Parcial ou Total da Clavícula

Antes de realizar uma resseção parcial ou total da clavícula, diversos exames são solicitados para garantir um diagnóstico preciso e planejamento cirúrgico adequado. Esses exames ajudam a avaliar a estrutura óssea, possíveis lesões associadas e condições gerais do paciente.

1. Exames de Imagem

Radiografia (Raio-X) – É o exame inicial mais comum, permitindo visualizar fraturas, deformidades ou alterações degenerativas na clavícula. Imagens em diferentes ângulos podem ser necessárias para uma avaliação completa.

Tomografia Computadorizada (TC) – Fornece imagens detalhadas em 3D, essencial para casos complexos, como fraturas cominutivas ou quando há suspeita de envolvimento de estruturas adjacentes.

Ressonância Magnética (RM) – Indicada quando há suspeita de lesões em tecidos moles, como músculos, ligamentos ou compressão nervosa. Também pode identificar processos inflamatórios ou tumorais.

2. Exames Laboratoriais

Hemograma completo – Avalia condições gerais de saúde, como infecções ou anemias, que podem influenciar no pós-operatório.

Provas de coagulação (TAP, TTPA, INR) – Verificam riscos de sangramento excessivo durante ou após a cirurgia.

Marcadores inflamatórios (PCR, VHS) – Úteis em casos de infecção ou processos inflamatórios crônicos.

3. Avaliação Cardiorrespiratória

Eletrocardiograma (ECG) – Avalia a função cardíaca, especialmente em pacientes idosos ou com histórico cardiovascular.

Radiografia de tórax – Pode ser solicitada para descartar complicações pulmonares ou avaliar a relação da clavícula com estruturas torácicas.

4. Exames Complementares

Ultrassonografia – Pode ser útil para avaliar bursites ou lesões tendíneas próximas à clavícula.

Cintilografia óssea – Em casos suspeitos de metástases ou infecções ósseas.

Esses exames são essenciais para um planejamento cirúrgico seguro, reduzindo riscos e otimizando os resultados da resseção da clavícula. A escolha dos exames varia conforme o quadro clínico e histórico do paciente.