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Reposição hormonal: Exames essenciais para a reposição hormonal

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 21 de abril de 2025

Exames essenciais para a reposição hormonal

Antes de iniciar a reposição hormonal, é fundamental realizar uma avaliação clínica detalhada, complementada por exames laboratoriais e de imagem. Esses exames ajudam a identificar desequilíbrios hormonais, contraindicações e a monitorar a eficácia do tratamento.

Exames laboratoriais

Os exames de sangue são essenciais para avaliar os níveis hormonais e outros parâmetros metabólicos. Entre os mais solicitados estão:

  • Dosagem hormonal: Estradiol, progesterona, testosterona, FSH, LH, TSH, T3 e T4.
  • Perfil lipídico: Colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos.
  • Glicemia e hemoglobina glicada: Para avaliar o risco de diabetes.
  • Função hepática e renal: TGO, TGP, creatinina e ureia.
  • Marcadores de coagulação: Tempo de protrombina e INR, especialmente em pacientes com risco de trombose.

Exames de imagem

Além dos exames laboratoriais, alguns exames de imagem podem ser necessários para uma avaliação mais completa:

  • Ultrassom transvaginal ou pélvico: Para avaliar a espessura endometrial e ovários em mulheres.
  • Mamografia ou ultrassom das mamas: Fundamental antes e durante a terapia hormonal em mulheres.
  • Densitometria óssea: Para avaliar a densidade mineral óssea, principalmente em pacientes com risco de osteoporose.

Avaliação cardiovascular

Pacientes em reposição hormonal devem passar por uma avaliação cardiológica, que pode incluir:

  • Eletrocardiograma (ECG): Para detectar arritmias ou alterações isquêmicas.
  • Teste ergométrico: Em casos de histórico familiar ou fatores de risco cardiovascular.

Monitoramento contínuo

Após o início da terapia, é importante realizar exames periódicos para ajustar as doses e garantir a segurança do tratamento. O acompanhamento deve incluir:

  • Repetição dos exames hormonais: A cada 3 a 6 meses, conforme a necessidade.
  • Avaliação de efeitos adversos: Como ganho de peso, alterações de humor ou sinais de trombose.
  • Controle de marcadores inflamatórios: Em casos específicos, como PCR ultrassensível.

A escolha dos exames deve ser individualizada, considerando o histórico clínico, idade e objetivos do tratamento. Um protocolo personalizado aumenta a eficácia e reduz riscos associados à reposição hormonal.