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Reposição hormonal na menopausa: Quais medicamentos são usados no tratamento de reposição hormonal na menopausa?

Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 13 de março de 2025

Quais medicamentos são usados no tratamento de reposição hormonal na menopausa?

O tratamento de reposição hormonal na menopausa envolve diferentes tipos de medicamentos, que variam conforme as necessidades individuais de cada paciente. É fundamental que a escolha do tratamento seja feita por um profissional de saúde, como um ginecologista ou endocrinologista, após uma avaliação completa do histórico clínico e dos sintomas apresentados.

Estrogênios

Os estrogênios são os principais hormônios utilizados na reposição hormonal. Eles podem ser administrados de diversas formas, como comprimidos, adesivos, géis ou cremes vaginais. A escolha do método depende da preferência da paciente e da recomendação médica.

Progestágenos

Para mulheres que ainda possuem o útero, é comum associar os estrogênios a progestágenos. Essa combinação ajuda a proteger o endométrio e reduzir o risco de hiperplasia endometrial. Os progestágenos também podem ser encontrados em diferentes formas, como comprimidos ou adesivos.

Terapia combinada

Em alguns casos, é indicada a terapia combinada, que une estrogênios e progestágenos em um único medicamento. Essa abordagem pode ser contínua ou cíclica, dependendo do objetivo do tratamento e da fase da menopausa.

Tibolona

A tibolona é uma opção alternativa para mulheres que não podem ou não desejam usar estrogênios e progestágenos separadamente. Esse medicamento age como um modulador seletivo dos receptores de estrogênio, progesterona e androgênio, oferecendo alívio dos sintomas da menopausa.

Outras opções

Além dos medicamentos hormonais, existem alternativas não hormonais, como fitoestrógenos e moduladores seletivos dos receptores de estrogênio (SERMs), que podem ser indicados em casos específicos. No entanto, a eficácia e segurança dessas opções devem ser discutidas com um profissional de saúde.

Lembre-se: a automedicação pode trazer riscos à saúde. Sempre consulte um médico especialista para receber orientações personalizadas e seguras.