Quimioembolizaçao Hepática: Exames essenciais para avaliação prévia à Quimioembolização Hepática
Publicado por Agenda.App.BR (ClínicaWork Serviços Digitais Ltda.) · Publicado em 2 de maio de 2025
Exames essenciais para avaliação prévia à Quimioembolização Hepática
Antes de indicar a Quimioembolização Hepática, é fundamental realizar uma série de exames para garantir a segurança e eficácia do procedimento. Esses exames ajudam a avaliar a função hepática, a extensão da doença e a viabilidade técnica da intervenção.
1. Exames de imagem
Os exames de imagem são essenciais para mapear o tumor e planejar o procedimento. Os mais comumente solicitados incluem:
- Tomografia Computadorizada (TC) abdominal com contraste – Identifica a localização, tamanho e vascularização do tumor.
- Ressonância Magnética (RM) hepática – Fornece detalhes sobre a lesão e a relação com estruturas vizinhas, especialmente em pacientes com contraindicação ao contraste iodado.
- Ultrassonografia com Doppler – Avalia o fluxo sanguíneo portal e a presença de trombose.
2. Exames laboratoriais
Avaliam a função hepática e renal, além de detectar possíveis contraindicações. Os principais são:
- Hemograma completo – Verifica plaquetas e risco de sangramento.
- Coagulograma (TAP, TTPA, INR) – Avalia a coagulação sanguínea.
- Função hepática (TGO, TGP, bilirrubinas, albumina) – Monitora a reserva funcional do fígado.
- Função renal (ureia, creatinina) – Importante devido ao uso de contraste iodado.
- Marcadores tumorais (AFP, CEA, CA 19-9) – Auxiliam no acompanhamento da resposta ao tratamento.
3. Avaliação cardiorrespiratória
Pacientes com comorbidades podem necessitar de:
- Eletrocardiograma (ECG) – Verifica arritmias ou isquemia.
- Radiografia de tórax – Identifica alterações pulmonares prévias.
4. Exames adicionais conforme necessidade
Em casos específicos, outros exames podem ser solicitados, como:
- PET-CT – Para avaliação de metástases à distância.
- Biopópsia hepática – Quando há dúvida diagnóstica sobre a natureza da lesão.
Esses exames garantem que o paciente esteja apto para a Quimioembolização Hepática, minimizando riscos e otimizando os resultados terapêuticos.